Estou no banzo
no beiço
Apalpo os apupos sórdidos
Nada ao alcance de minhas mãos suaves
Neuroses tênues
Saborosa devassidão
E é tudo pelas tabelas
Tabulo o lógico
Pulo a poça e dou o beiço nos amores
Ao som de qualquer rock
Esganiço
Tento qualquer enguiço
Demandas démodé de um pobre Zé
Que sou eu
Não me abandone jamais
E deliro e durmo sozinho
Quanto será a peleja amanhã?
Uma vez flamengo forever mengo
Porque se o mundo caminha em línguas de outras pátrias
Meu flamengo de Holanda jamais deixará de ser tição
Somos todos catiços mestiços filhos dos pretos árabes do farto lundu